sábado, 4 de março de 2017

Coisas para se Fazer - Gaita de Boca Tocada em Equipamento de Fluoroscopia

Vídeo realizado, onde músico toca sua gaita de boca junto ao equipamento de fluoroscopia. Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh aproveitam para estudar a fisiologia dos movimentos respiratórios quando o instrumento é tocado.



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Prof. João H. Hamann

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Procedimentos em Angiografia Cerebral (Vídeo)

Angiografia cerebral é um estudo radiográfico, que com o auxílio do contraste iodado (iônico ou não iônico) permite a visualização dos vasos sanguíneos responsáveis pela vascularização da região de cabeça. Entre eles são estudados, na fase arterial:

  • Artérias Carótidas Internas (lados direito e esquerdo): e suas principais ramificações, como as artérias cerebrais anteriores e médias (lados direito e esquerdo);
  •  Artérias Vertebrais (lados direito e esquerdo): juntamente com a artéria basilar (presente na região de clivus) e a as artérias cerebrais posteriores (lados direito e esquerdo);
  • Polígono de Willis: localizado ao centro da base do crânio, o polígono é responsável pela integração das vascularizações anterior e posterior, lados direito e esquerdo. Não esquecendo que, ao centro do Círculo de Willis temos a presença da glândula hipófise.

Através do link abaixo, é possível visualizar de forma resumida todo o procedimento referente a angiografia cerebral:

Lembrando que, normalmente, através do processo de cateterismo pela técnica de Seldinger (procedimento acontecendo na artéria femoral), o conjunto cateter e fio condutor é passado pelo organismo do paciente chegando até a região anatômica da cabeça. A angiografia cerebral é utilizada para estudo de patologias como estenose, aneurisma, massas tumorais e MAV (má formação arterio-venosa), por exemplo.

Angiografia Cerebral visualizado a artéria carótida interna juntamente com as artérias cerebrais anterior e média em AP e Perfil.

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Prof. João H. Hamann


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Vídeo Didático Demonstrando o Funcionamento de um Tubo de Raios X

Vídeo didático demonstrando o funcionamento de um tubo de raios X. Assim, em laboratório, anodo rotatório é acionado até sua máxima rotação, bem como também os filamentos para foco fino e foco grosso são aquecidos, simulando o efeito termoiônico.

Para assistir este material, acesse:




Tubo de raios X e seus principais componentes. Atenção em especial para o anodo rotatório e o sistema de (i) filamentos e (ii) foco para o feixe de elétrons gerados por efeito termoiônico no catodo e acelerados em direção ao alvo (anodo).

Prof. João H. Hamann

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Classificação Geral dos Meios de Contraste em Radiodiagnóstico

A aplicação dos meios de contrastes constitui um dos métodos mais empregados na área do diagnóstico por imagens. Através de um meio de contraste é possível distinguir entre si órgãos internos. 

Na maioria dos casos, contrastes caracterizam-se por apresentarem em sua estrutura química átomos com elevado número atômico; como exemplo temos o bário (Ba) e o iodo (I).

Em uma imagem radiográfica normal (sem utilização de meios de contrastes), certos elementos são presentes. Estes elementos são:
  • Gases (ar, oxigênio, por exemplo);
  • Tecidos adiposos (gordura);
  • Tecidos moles (devido a uma grande presença de fluídos);
  • Ossos e
  • Metais (próteses, artefatos ou corpos estranhos).
Desta forma, os meios de contrastes radiológicos se classificam quanto a:
  • Capacidade de absorção da radiação: radiopacos ou radiotransparentes;
  • Composição química: elemento radiopaco presente na estruturação química da molécula;
  • Solubilidade: sua afinidade com água (hidrossolúvel), gordura (lipossolúvel) ou não-solúvel (sem afinidade com a água ou gordura);
  • Estrutura química: classificados como orgânicos ou inorgânicos;
  • Forma de administração: local, intravenosa ou oral;
  • Poder de dissociação: neste caso é levado em consideração a capacidade do material em forma partículas em uma determinada solução. Lembrando que, quanto maior o poder de dissociação, maiores são as chances do paciente apresentar efeitos colaterais.


Enema Opaco com coluna sólida de Sulfato de Bário (região de cólon ascendente, por exemplo) e ar (cólon descendente e cólon transverso, por exemplo).

Prof. João Hamann

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www.mundodaradiologia.com.br

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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Produção da Radiação X (Animação)

Vídeo animação demonstrando a produção das radiações de frenamento e característica em um tubo de Raios X. Demonstra também a influência das radiações (produzidas) nos espectros contínuo e característico quando analisados em função do seu comprimento de onda.


 Cálculo de densidade de elétrons para um átomo (http://www.orc.soton.ac.uk/xray.html) 

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Técnica de Avaliação de Imagem PACEMAN

PACEMAN é um conjunto de  técnicas para a avaliação da qualidade da imagem radiográfica.

Esta ferramenta de avaliação foi desenvolvida pela primeira vez na década de 1980 em Adelaide (Austrália) por Roger Windle no sentido de ajudar e ao mesmo tempo orientar médicos radiologistas, técnicos, tecnólogos e estudantes da área da radiologia a avaliarem a qualidade da imagem radiográfica. Desde então, esta técnica tem sido amplamente utilizada.

PACEMAN é um acrômio (do inglês) associado a:
  • Posição
  • Área
  • Colimação
  • Exposição
  • Marcadores
  • Aesthetics (estética) e
  • Nome

PACEMAN é uma analogia a PACMAN (jogo mundialmente conhecido e jogado na década de 1980)

Onde:

(P) - Posição: aqui é considerado o posicionamento do paciente para a realização da projeção.

  • Paciente foi posicionado corretamente? 
  • Não está rodado ou inclinado? 
  • Plano corporal está alinhado? 

(A) - Área: refere-se as estruturas que serão visualizadas. Assim, perguntas como:

  • É realmente a área anatômica de interesse? 
  • Estruturas importantes não foram cortadas? 
  • RC está corretamente localizado em relação a região? 
Devem ser realizadas quando for avaliar a região anatômica estudada.

(C) - Colimação: outro fator importante tanto para a qualidade da imagem radiográfica bem como para a radioproteção. Assim, na imagem deve aparecem as bordas de colimação e somente a área anatômica de interesse primário devem ser visualizadas.

(E) - Exposição: questões como:

  • Valor de técnica é adequado?
  • Escala de tons de cinza bem como densidade óptica (ou brilho em sistemas digitais) são próprios para a área anatômica?
  • Paciente apresenta patologias / sistema de imobilização / corpo estranho, quais as correções que devo efetuar?
Novamente, devem ser levantadas e respondidas satisfatoriamente. Lembrando que imagens subexpostas ou superexpostas podem levar a um laudo médico impreciso (necessitando repetição de incidências) e até mesmo errado.

(M) - Marcadores: 

  • Marcadores indicando o lado do paciente (direito ou esquerdo) foram colocados corretamente na imagem? 
  • Marcador não se sobrepõem com área anatômica?
  • Marcador foi colocado de forma correta para indicar se paciente estava em decúbito ou ortostático?
Perguntas assim devem ser efetuadas em relação a utilização de marcadores no momento de realização da projeção radiográfica.

(A) - Aesthetics (Estética): 

  • Imagem ficou centralizada em relação ao receptor de imagens?
  • Imagem apresenta tons de cinza e D.O. (ou brilho) adequados?
  • Aparecem as quatro bordas de colimação?

(N) - Nome:


  • Paciente foi identificado corretamente nas projeções realizadas?
  • Tenho identificação do técnico ou departamento de radiologia nas imagens?



Assim, cada um destes fatores afeta a qualidade final da imagem radiográfica como um todo. Desta forma, cada conjunto de fatores deve ser lembrado e efetuado no momento da exposição do paciente.




Prof. João H. Hamann

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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Radiologia para o Trauma (Parte I)

Profissionais das técnicas radiológicas sabem que a qualidade da imagem radiográfica pode muitas vezes ser comprometida.

Esta alteração de qualidade pode ocorrer com pacientes que sofreram um trauma agudo (paciente com lesões graves), onde a sua mobilidade e capacidade de cooperar são reduzidas consideravelmente na maioria dos casos.

A um primeiro momento temos uma situação irônica, pois (i) pacientes com trauma agudo necessitam de imagens com a mais alta qualidade radiográfica para um diagnóstico confiável no sentido de detectar as lesões promovidas pelo trauma, mas (ii) devido as suas condições, principalmente a sua incapacidade em cooperar, as imagens geradas apresentam qualidade para diagnóstico muitas vezes reduzidas e comprometidas.

Desta forma, profissionais das técnicas radiológicas que trabalham em setor de emergência devem ter um conhecimento especializado no sentido de entenderem quais são os fatores que reduzem a qualidade da imagem e como minimizar os seus efeitos. Com isso, esta série de postagens busca de uma forma sucinta apresentar os principais pontos que todo técnico ou tecnólogo em radiologia deve estar atento no momento que estiver gerando imagens radiográficas de pacientes com lesões graves. Assim, estes pontos são:
  • Avaliar as condições do paciente,
  • Planejar o exame,
  • Adaptação de técnica (posicionamento do paciente, feixe de raios X, tipo de lesão),
  • Condições do paciente, 
  • Equipamentos e recursos para a formação da imagem (sistema de imobilização, colimação, distâncias, tipo de maca, por exemplo) e
  • Fatores de exposição.

 Imagem de paciente com trauma demonstrando deslocamento de vértebras entre C5 e C6
(Fonte: Clark´s - Positioning in Radiography)

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Prof. João H. Hamann